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Será que meu filho é hiperativo?

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Imagem Pixabay

 

 

Muitas crianças têm recebido o “rótulo” de hiperativo, e há alguns anos tem se divulgado bastante sobre o assunto. Por que existem tantos hiperativos, ou supostos hiperativos hoje em dia?

A definição de TDAH (Transtorno de Déficit de atenção com Hiperatividade) varia conforme o país. Nos EUA e no Brasil, há uma tendência a considerar hiperatividade muito do que seria um comportamento normal da infância. Já a França considera muitos dos comportamentos infantis considerados “hiperativos”, como normais.

A hiperatividade é atualmente a “desordem mental” mais diagnosticada em crianças no mundo ocidental. As estatísticas indicam que grande parte das crianças diagnosticadas deixam de ter sintomas durante a adolescência com a ajuda de fatores ambientais, e “encontra o caminho” para o desenvolvimento normal.

Considera-se que 6 ou mais dos sintomas seguintes por 6 meses no mínimo, numa criança, podem caracterizar hiperatividade:

  • Agita mãos ou pés ou se remexe na cadeira.

  • Sai do seu lugar na sala de aula ou outras situações em que se espera que permaneça sentado.

  • Corre ao redor de móveis ou os escala em demasia, em situações inadequadas.

  • Com freqüência tem dificuldade para brincar esse envolver silenciosamente em atividades de lazer.

  • Está sempre em movimento, ou age como se “estivesse ligado a um motorzinho”.

  • Freqüentemente fala excessivamente.

  • Freqüentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas.

  • Com freqüência tem dificuldade de aguardar sua vez em jogos ou situações de grupo.

  • Interrompe ou se intromete nas atividades dos outros.

  • Os sintomas devem estar presentes antes do 7 anos de idade.

  • Algum comprometimento de sintomas está presente em 2 ou mais ambientes. P ex.: escola, casa. Deve haver evidências claras de comprometimento significativo na escola.

  • Apresenta dificuldade de atenção, concentração e memória.

Existem situações que podem causar hiperatividade, se ocorrem na gravidez, durante o parto, ou durante a infância.

Durante a gravidez:

  • Mãe fumante ou exposição ao fumo de tabaco.

  • Mãe consumidora de drogas ou exposição aos fumos e vapores de drogas.

  • Mãe consumidora de álcool.

  • Exposição e/ou intoxicação com chumbo (água torneira), mercúrio (peixe) e manganês (aditivo da gasolina), ou outros metais pesados.

  • Exposição a pesticidas e/ou adubos agrícolas.

  • Exposição a produtos químicos.

  • Exposição a produtos domésticos com princípio ativo muito forte como diluente, amoníaco ou vernizes.

  • MÃE SOB STRESS CONSTANTE.

  • Evento traumatizante durante a gestação.

  • Traumatismo no feto resultante de pancada, queda ou acidente.

  • Interrupção de fornecimento de oxigénio ao feto.

  • AMBIENTE FAMILIAR PROBLEMÁTICO.

  • Alimentação inadequada da mãe.

Durante o parto:

  • Falta de oxigénio no cérebro da criança devido a alguma complicação ou acidente.

  • Parto forçado e realizado com acessórios como fórceps ou vácuo, que são colocados no crânio da criança.

  • Nascimento prematuro.

  • Nascimento com peso baixo.

  • Lesão cerebral.

Durante a infância:

  • Exposição e/ou intoxicação com chumbo (água torneira), mercúrio (peixe) e manganês (aditivo da gasolina), ou outros metais pesados.

  • Exposição a pesticidas e/ou adubos agrícolas.

  • Exposição a produtos químicos.

  • Exposição a produtos domésticos com princípio ativo muito forte como diluente, amoníaco ou vernizes.

  • Exposição ao fumo de tabaco.

  • AMBIENTE FAMILIAR PROBLEMÁTICO - brigas e conflitos.

  • Não passar pelas fases naturais da locomoção como rastejar, gatinhar e andar, por falta de estímulo. Ex. passar muito tempo deitado no berço.

  • Vida sedentária.

  • Queda ou acidente que possa provocar um traumatismo craniano.

  • Alimentação inadequada: com cafeína, açúcar, corantes e conservantes (aditivos), alimentos industrializados e processados, refrigerantes.

  • Passar muito tempo em frente à televisão.

  • Passar muito tempo em jogos eletrônicos.

  • Alergias alimentares.

Os fatores mais marcantes, na grande maioria dos casos, são o ambiente familiar desequilibrado, a falta de limites e regras para os filhos, e a agitação mental dos pais.

Em vez de tratar os problemas de concentração e de comportamento com drogas, o profissional que atende a criança deve avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da família.

O foco deveria identificar e tratar as causas, e não em encontrar os melhores remédios químicos para controlar os sintomas. O único tratamento medicamentoso que não mascara os sintomas e promove melhora significativa das crianças e adultos com tais alterações é a Homeopatia.

Pesquisas indicam que crianças que crescem em famílias em que as regras são bem compreendidas, e a hierarquia familiar é clara e firme, raramente desenvolvem hiperatividade ou déficit de atenção. Em famílias equilibradas, os pais são constantes e estáveis no comando de seus filhos. Esta atitude não se compra, não está na mídia e nem nas escolas.

 

 

 

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